E sua contribuição
Sem a menor sombra de dúvidas a Sistematização de Mahatma Patanjali foi de uma precisão e lucidez inigualáveis. A partir daí os adeptos da prática yogue puderam integrar e desenvolver mais facilmente seus corpos e seus mundos.
De forma amadurecida e experiente, Patanjali, um Iluminado, com formato mítico, representado pela sabedoria das serpentes sobre a cabeça, recitou em Sutras o Yoga com profunda simplicidade. Definiu oito partes que, de maneira inevitável, no caminho do Yoga passamos, e o mais incrível é que uma leva a outra sem importa por qual se começa. Todas lavam ao Samadhi.
Na ordem original são elas:
Tudo isso acontece sem obrigação ou compromisso. O caminho é de paz e tranqüilidade, sem dor, imposição ou regras externas dogmáticas. Há uma espontânea e corajosa ligação que desapegada de expectativas conduz a estrada. Quem está no Yoga segue ao apelo do coração. O corpo desperta sentindo prazer e inteligência, integra a mente e o sentir de forma suave. Parece que tudo se encaixa. O desejo é coerente, faz bem ao corpo e a mente, concebe paz, não gera dúvida, crítica ou devaneio. A vida melhora como mágica. A sabedoria acorda, o silêncio é alegre, a solidão é encontro, as cores reflexo, o amor é universal desapegado. Paciência, tolerância e compreensão são componentes naturais e sábios recursos do viver Yogue que nasce sabendo que a jornada é e está onde estamos. O caminho? É onde o pé se encontra e inspirando e expirando movemos um pé após o outro aceitando e transmutando com calma e lucidez o que sentimos estar inadequado.
Temas futuros a serem desenvolvidos: